Marcello Cunha é guitarrista, violonista erudito e compositor brasileiro cuja identidade artística nasce da convergência entre rigor estrutural e intensidade expressiva. Sua formação como engenheiro de controle e automação não é um detalhe paralelo — é parte essencial de sua linguagem: precisão, concepção sonora e pensamento sistêmico moldam sua abordagem musical.
Bacharelando em Música (Violão Erudito) pela UNIS e cursando Contraponto e Harmonia pela Fundação de Educação Artística de BH, Marcello desenvolve um trabalho profundamente enraizado na música dos séculos XX e XXI, com especial dedicação à obra de Heitor Villa-Lobos, cuja estética nacionalista e modernista influencia diretamente sua concepção artística. Paralelamente, constrói uma carreira ativa no universo do Prog Metal e do Metal Melódico, onde une virtuosismo técnico, densidade harmônica e dramaticidade narrativa. Iniciou seu aprendizado musical com aulas de musicalização infantil aos 6 anos na escola EDUC e aprendendo os primeiros acordes de violão popular com seu pai, Eustáquio Cunha, seguindo estudando com o Violonista Pedro Antunes por alguns anos, estudando os repertórios de choro, seresta e bossa nova. Aos 15 anos iniciou seus estudos na guitarra de maneira autodidata.
Sua linguagem guitarrística transita entre a agressividade do thrash metal, a complexidade estrutural do progressive metal e a sofisticação harmônica do fusion. Entre suas principais influências estão Jason Becker, Michael Romeo, Jeff Loomis, Yngwie Malmsteen, Randy Rhoads e Marty Friedman — referências que dialogam com sua base erudita e ampliam seu vocabulário técnico e composicional.
Marcello integra a banda de metal The Mask of Tyrant, atualmente em processo de gravação do álbum Biomechanical, além de desenvolver seu trabalho autoral solo, onde funde elementos da música brasileira, da escrita contrapontística e da estética prog metal em uma linguagem própria.
Sua trajetória é marcada por uma busca constante por excelência técnica e artística, tendo estudado com Marco Pereira (violão e ritmos brasileiros), Celso Gomes (Violão Erudito) e Rubner Abreu (Percepção Musical, Harmonia e Contraponto).
Mais do que um instrumentista virtuoso, Marcello constrói uma assinatura artística híbrida: um músico que une Música Erudita e metal progressivo!